Small slide featuring Twentebelt eyelink belts

Informações técnicas sobre as correias eyelink

Twentebelt providencia informações técnicas sobre as correias eyelink nesta página.

Clique em um cabeçalho dos temas seguintes para ampliar a seção correspondente.


Construção

Uma correia eyelink é composta por elos calibrados, elos de placa e barras transversais. Os elos são elementos de arame produzidos com grande precisão, com as extremidades em forma de olho, o que explica o nome “eyelink” (elo de olho em inglês). Ao montar os “olhos” sobre barras transversais, se cria uma construção tipo dobradiça. Os elos de placa transferem a carga para as seções de suporte subjacentes e se instalam em filas com uma separação regular.

A imagem abaixo mostra um eyelink, um elo de placa e barras transversais.

Photo featuring Twentebelt eyelink, plate link and cross rods

 

 

 

 

 

 

 

 

Materiais

Nas correias eyelink da Twentebelt são usados os seguintes materiais:

  • Aço (brilhante)
  • Aço inoxidável AISI 304 | WS 1.4301
  • Aço inoxidável AISI 316 | WS 1.4401

Existem outros materiais disponíveis mediante solicitação do cliente e/ou após assessoria.

Configuração de estruturas de correias

Twentebelt oferece diversas correias eyelink. Clique em um tipo de correia para obter mais informações.

O princípio básico de todas as versões da correia eyelink. Em uma correia eyelink completa, os elos estão colocados juntos entre si e a abertura é igual ao diâmetro do arame. Este método é o melhor para produtos que caem com facilidade ou para aplicações que exijam aberturas pequenas.

Photo featuring Twentebelt eyelink belts type DO

Algumas aplicações exigem a abertura mais pequena possível. Ao achatar os orifícios dos elos, a abertura entre os elos fica mais pequena. Este método é muito apropriado para os produtos pequenos e de estrutura fina.

Photo featuring Twentebelt eyelink belts type DP

Os elos são soldados num arame de localização para criar um módulo. Assim, é possível criar aberturas muito estreitas e muito largas, dependendo do processamento dos produtos em questão. Os elos podem ser colocados de acordo com o tipo de montagem europeu ou americano, dependendo dos requisitos de higiene. O método padrão é o uso de um arame de localização. O uso de mais de um arame de localização não fará com que a correia seja mais resistente. Sua única função está relacionada com as dimensões do produto (a drenagem desejada). As correias eyelink modulares são estáveis, também no que respeita as dimensões. A abertura mínima é igual ao diâmetro do elo + 0,05 mm.

Photo featuring Twentebelt welded eyelinks (DL) belt

Algumas aplicações exigem uma correia estável combinada com uma abertura ou drenagem de pequenas dimensões. A precisão de nosso processo de soldadura nos permite produzir módulos com intervalos muito pequenos entre os elos. A estrutura modular permite montar correias muito amplas.

Photo featuring Twentebelt pressed and welded eyelinks (DPL) belt

A colocação das molas entre os elos garante sua posição em intervalos regulares. O resultado é uma correia relativamente leve e com qualidade específicas, como uma amortização e uma resistência a forças laterais muito boas. Este fator é importante em situações nas quais a correia transportadora é carregada manual e/ou lateralmente.

Photo featuring Twentebelt eyelinks with springs (DV) belt

As buchas e as arruelas são usadas para criar uma abertura entre os elos. Quando se adicionam buchas ou arruelas, as correias ficam mais pesadas e mais rígidas.

Photo featuring Twentebelt eyelinks with bushings or washers (DB)

Acabamento lateral

Twentebelt oferece 4 acabamentos laterais para suas correias eyelink.

A correia tem elos de placa nos dois lados e nas extremidades das barras transversais são instaladas arruelas, posteriormente soldadas. Isto resulta em um acabamento minucioso da correia em combinação com a superfície de apoio desejada.

Photo featuring Twentebelt eyelink belts side finish LK

As correias são normalmente equipadas com correntes, caso tenham de executar uma curva negativa. Para tal, somente se usam correntes de rolos com cavilhas ocas com um passo que mede o mesmo que os da correia. A seleção das correntes depende das condições de uso.

Photo featuring Twentebelt eyelink belts side finish KH

As placas-guia protegem as cabeças de soldadura. As placas, na verdade, funcionam como “tampão” entre as cabeças de soldadura e a guia ou com outras construções com as quais os lados da correia possam entrar em contato.

Photo featuring Twentebelt eyelink belts side finish GP

Os blocos de plástico são um elemento patenteado da Twentebelt. Este produto tem várias funções. Uma delas é melhorar as qualidades modulares da correia eyelink (sem soldar) e, em geral, melhorar também a higiene.

  • Uma substituição dos elos de placa.
  • Sem soldadura, no bloco é colocado um parafuso de ajuste.
  • Acabamento fechado e uniforme das bordas.
  • Os blocos são feitos de nylon injetado de alta qualidade e substituem as faixas de suporte de plástico; as faixas longitudinais metálicas serão suficientes.
  • Isto permite economizar material de construção.
  • Se pode usar uma variante (Ryton PPS) para uma faixa de temperaturas mais altas, até uma temperatura de 180 °C.

Photo featuring Twentebelt eyelink belts side finish KB

Características opcionais das correias

Todas as correias eyelink da Twentebelt podem ser providenciadas com placas de borda, que permitam controlar a espessura das camadas do produto que se vai transportar. A altura e a forma das placas de borda podem ser adaptadas ao tipo de produto e ao processo.

Photo featuring Twentebelt eyelink belts options edge plates

Para as correias eyelink ascendentes e/ou descendentes, se podem instalar tramos. A forma, as medidas e a estrutura (aberta ou fechada) dos tramos também serão adaptadas ao tipo de produto e ao processo.

Photo featuring Twentebelt eyelink belts options flights

Correia eyelink providenciada com tramos especiais e bordas de placa:

Photo featuring eyelink belt provided with special flights and edge plates

Especificações

Photo featuring eyelink belts specifications

 

1 – Passo: Distância centro a centro das barras transversais (entre 15,9 e 76,2 mm)

2 – Passo transversal: Distância centro a centro dos elos (entre 2,8 e 50 mm)

3 – Diâmetro do arame (entre 1,6 e 3,2 mm)

4 – Número de arames de localização (entre 0 e 8)

 

 

 

Explicação do método de especificação das correias eyelink. Por exemplo: DL-LK 6 – 50 – 2,5 – 5 arames de localização 1

DL-LK: Elos soldados com bordas soldadas

6: Passo transversal (mm)

50: Passo (mm)

2,5: Diâmetro do arame (mm)

5: Diâmetro do arame da barra transversal (mm)

Dimensões

A tabela abaixo apresenta as dimensões mais comuns nas correias eyelink. Como é evidente, se podem instalar especificações personalizadas. Por favor, entre em contato conosco e estaremos sempre dispostos a oferecer uma solução adequada para sua aplicação específica.

Passo (mm)Diâmetro do arameDiâmetro de barra transversalDistância mínima de centro a centro entre 2 elosDistância mínima de centro a centro entre 2 elos na versão soldada
15,91,83,23,6Não aplicável
25,41,653,23,25
243*
301,643,23,25
244,05
38,12844,05
2,555,05
366,05
501,653,23,25
2543*
2,55-755,05
3,266,46,45
50,825-843*
2,55-855,05
3866,05
752,55-855,05
38-1066,05
76,2310-13Não aplicável6,05
* Elos prensados e soldados, tipo DPL

Suporte da correia

Em geral, se pode providenciar duas configurações de correias eyelink com suporte: suporte longitudinal ou suporte de espiga.

Suporte longitudinal para correias eyelink

Image featuring longitudinal supportO suporte longitudinal é formado por seções de suporte colocadas na direção longitudinal da instalação. Estas seções são colocadas nos dois lados e, dependendo da largura e da carga, aproximadamente a cada 300 mm em toda a largura da correia (ver desenho). À altura destas seções de suporte devem ser colocadas filas de elos de placa, que transportarão a carga até às seções de suporte subjacentes. Dependendo da carga, estas filas serão formadas por uma ou várias placas.

 

 

Suporte de espiga para correias eyelink

Image featuring herringbone supportEm uma estrutura de suporte de espiga, as seções de suporte (como sugere o nome e ilustra o desenho) são colocadas em forma de espiga. Neste caso basta colocar filas de elos de placa somente nas bordas. A função de suporte será realizada pelos elos. Como todos os elos tocam nas faixas de suporte em algum momento, o desgaste se estenderá de forma equitativa em toda a largura da correia. Com este suporte, o produto se processará de forma equitativa em toda a largura da correia. Assim não serão produzidas zonas ocultas, como sucede nas estruturas de suporte longitudinais.

Se a higiene for um fator mais importante que o habitual, recomendamos que a correia tenha elos de placa somente nas bordas. Devido à forma redonda, os elos são mais fáceis de limpar que os elos de placa. Numa construção deste tipo, a armação será construída com um suporte de espiga, para que a sujidade que cai através da correia seja imediatamente empurrada para longe das faixas de suporte.

Via de retorno de suporte

A via de retorno somente suporta o peso da correia. Por isso, uma estrutura mais leve é suficiente neste caso. Na construção longitudinal se pode omitir um dos dois perfis. O suporte de espiga pode ser executado em uma forma menos compacta. Na via de retorno, os primeiros 500 mm da correia afrouxam. Não há suporte para permitir a formação de uma zona de inclinação. A formação de uma inclinação evitará que a correia suba a transmissão. Além disso, é necessário evitar que a correia seja empurrada, em vez de esticada, ao longo da via de retorno. Nas duas extremidades, as seções de suporte devem estar ligeiramente dobradas para baixo para estabelecer uma guia gradual da correia dentro e fora dos perfis.

Os rolos também podem servir de suporte para limitar o coeficiente de fricção. Os rolos devem estar em ângulo reto com a armação, em paralelo entre si, e até à borda. A distância entre os rolos é irregular para evitar um percurso irregular.

Coeficiente de fricção

Abaixo encontra uma indicação do coeficiente de fricção das diferentes alternativas:

  • Um n valor de 0,20 – 0,25 com faixas de plástico, se forem de alta qualidade.
  • Um valor de 0,70 com faixas metálicas, a dureza das faixas deve ser superior à dos elos de placa. Neste caso, aconselhamos o uso de material de aço para molas.
  • Um valor de 0,10 no caso de rolos apoiados em mancais, somente na via de retorno e nas correias providenciadas com placas, com o curso de desgaste na parte superior.

Guia lateral

Image featuring Twentebelt eyelink side guidance

A guia lateral é obtida com perfis verticais em ambos os lados da instalação. Estes perfis não devem entrar em contato com a correia. Sua finalidade é guiar a correia caso se desvie da rota de transporte. Um espaço de 5 a 10 mm entre os perfis e a correia deve ser suficiente. A geometria da armação e a carga da correia são pontos de atenção no design e no ajuste da instalação, pois estes fatores podem afetar o percurso da correia.

A instalação mínima no lado de entrada é composta por perfis, tanto na parte superior como na inferior; no lado de descarga somente se encontram na parte superior. A instalação máxima é composta por perfis ao longo de toda a via de transporte e da via de retorno, à exceção da parte inclinada. A solução consiste na colocação de perfis de 300 a 500 mm de comprimento a cada 2000 mm. A configuração adequada também é determinada pela velocidade, o comprimento, a largura e a carga da correia. Em caso de dúvida, por favor, não hesite em entrar em contato conosco. Teremos todo o gosto em pensar consigo.

Transmissão

Rodas dentadas

Em geral, as correias eyelink são acionadas diretamente sobre os elos, por meio de rodas dentadas de transmissão especialmente projetadas. Nas correias DO, estas rodas dentadas são providenciadas com dentes de bloco. No caso das correias DL, as rodas dentadas são construídas para que coincidam exatamente com os perfis da parte inferior da correia. No caso das correias com um grande passo transversal (distância centro a centro dos elos), se pode considerar a colocação de rodas dentadas acionadas diretamente sobre a barra transversal, não sobre os elos. Em geral, as rodas dentadas são colocadas os dois lados e sob cada fila de elos de placa. A largura, o número de dentes e o material das rodas dentadas são determinados pelas condições de uso.

Quando se aplica uma construção de rodas dentadas de transmissão em um congelador, são usadas rodas dentadas com dentes especiais. Para evitar o acúmulo de gelo, se usam as rodas dentadas conhecidas como “trituradoras de gelo”. Os dentes especiais reduzem ao mínimo o acúmulo de gelo.

As rodas dentadas estão disponíveis em aço, AISI 304 (WS 1.4301), AISI 316 (WS 1.4401), PA6G e POM ou em outros materiais, mediante solicitação ou recomendação. Abaixo está um exemplo de rodas dentadas de aço inoxidável.

eyelinkbelts-sprocketss

 

Rolos de alojamento

As correias eyelink largas e de carga pesada são acionadas preferivelmente por rolos em toda a largura da correia, por rolos de alojamento na maioria dos casos. As tiras do rolo acionam regularmente todos os elos do passo, o que conduz a uma vida útil mais longa da correia e também um desgaste regular.

eyelinkbelts-cageroller

Rolos de disco

Se houver risco de acúmulo de sujidade ou gelo, se prefere o uso de rolos de disco. Em um múltiplo do passo transversal, estes rolos são providenciados com discos. Estes discos podem ser produzidos de diferentes formas; pelo que se podem criar propriedades diferentes:

  • Transmissão na barra transversal
  • A transmissão está na barra transversal com uma una “função de elevação”, onde os dentes sobressaem através da correia e elevam o produto para o descarregar.

eyelinkbelts-discroller

Rolos de tubo

Nas ranhuras dos rolos de tubo com faixas substituíveis são colocadas faixa de plástico ou metal macio. No caso dos rolos de tubo com dentes substituíveis, os dentes estão soldados. Este tipo de construção apresenta três vantagens:

  • A construção dos tubos limita a deflexão.
  • Os componentes da transmissão são substituíveis.
  • O rolo é reversível, o que permite um segundo ciclo de vida das faixas e dos dentes, antes de serem substituídos.

Em geral, os rolos de tubo acionam correias longas, largas e muito carregadas.

Rodas dentadas de corrente

As correias eyelink também podem ser produzidas com correntes, que satisfaçam a função de acionamento. Em especial, quando a correia tiver de executar uma curva negativa, como sucede em muitas aplicações de congelamento ou escaldadela e nas correias ascendentes. Nestas aplicações, as rodas dentadas laterais são substituídas por rodas dentadas de corrente que pertencem à corrente instalada.

Neste caso também se aplica a regra que indica que, nas construções de maiores dimensões, se devem instalar rodas dentadas em combinação com um rolo.

Em todas as aplicações com correntes é possível conseguir facilmente uma curva negativa da correia por meio de rodas dentadas de corrente ou faixas de desgaste da corrente de rolos com cavilhas ocas. Twentebelt prefere o uso de rodas dentadas com pelo menos 12 dentes. Isto se baseia no fato de que, com este número de dentes, o denominado efeito polígono somente influenciará o percurso da correia. Se o comprimento e a carga da correia forem moderados, podem ser usadas rodas dentadas de transmissão com 8 dentes, no mínimo. A determinação definitiva do número necessário de dentes depende de fatores como a largura, o comprimento, a carga e a velocidade de funcionamento da correia.

eyelinkbelts-chainsprocket

O diâmetro do passo das rodas dentadas e rolos pode ser determinado multiplicando o número na coluna n, que está relacionado com o número desejado de dentes (coluna Z), pelo passo da correia (T).

Z - nZ - nZ - n
8 - 2,613116 - 5,125824 - 7,6613
9 - 2,923817 - 5,442225 - 7,9787
10 - 3,236118 - 5,758826 - 8,2962
11 - 3,549519 - 6,075527 - 8,6138
12 - 3,863720 - 6,392528 - 8,9314
13 - 4,178621 - 6,709529 - 9,2491
14 - 4,49422 - 7,026730 - 9,5668
15 - 4,809723 - 7,343931 - 9,8845
Valor do diâmetro do círculo do passo para n (dst = n x T)

Roldana

eyelinkbelts-returnshaftNo que diz respeito ao eixo de retorno, se pode escolher entre rodas dentadas ou lisas ou rolos. Em princípios, os dentes somente servem no caso de acúmulo de gelo ou sujidade. Os dentes do eixo de retorno, portanto, não têm uma função de acionamento. Em geral, nas instalações pequenas, é preferível providenciar o eixo de retorno com rodas dentadas. Contudo, quando se seleciona um rolo de alojamento para acionar a correia, será escolhido um rolo liso para o eixo de retorno. Uma exceção a este caso é uma transmissão com rolos de alojamento e rodas de corrente, em que se usa a mesma construção como rolo de retorno.

 

Caso se providenciar um dente por passo, os rolos são unidirecionais e, portanto, somente devem ser usados na transmissão ou no retorno. Os rolos com faixas duplas podem ser usados no acionamento e no retorno, caso a instalação tenha sido projetada com esta finalidade.

Tensionamento e ajuste

As correias eyelink devem funcionar com uma ligeira tensão. Contudo, não se pode dar um valor exato à tensão da correia. Deve ser possível levantar a correia com um dedo. Em funcionamento, é permitida a formação de uma pequena zona inclinada sob a transmissão.

 

Como é evidente, isto depende do comprimento e da carga. Em geral, o eixo de retorno é o que se usa para tensionar e ajustar. Caso as correias sejam curtas e a geometria da armação insuficiente, isto pode provocar um acionamento incorreto (ver desenho abaixo).
eyelinkbelts-geometry

Na maioria dos casos é suficiente com um dispositivo de tensionamento de parafusos. Abaixo se pode ver um exemplo de dispositivo de tensionamento de parafusos.

eyelinkbelts-screwtensioningdevice

No caso de um dispositivo de tensionamento contínuo, tipo hidráulico, pneumático ou com molas, existe sempre o risco de determinada quantidade de extensão não controlada que tende a prolongar a correia. A tabela inferior fornece o comprimento de tensionamento por passo. Estes valores devem ser considerados no momento de ajuste do eixo. A força de tensionamento = (o peso da correia na parte de retorno multiplicado pelo coeficiente de fricção) x 9,8.

PassoComprimento de tensionamento
15,945
25,475
3090
38,1110
50/50,8150
75/76,2250

Condições de funcionamento

Clique em um dos temas seguintes para obter mais informações.

Temperatura

As correias eyelink podem ser usadas em uma faixa de temperaturas relativamente ampla. Pode obter mais informações na tabela.

MaterialTemperatura mínima em °CTemperatura máxima em °C
Aço 0220
AISI 304- 80350
AISI 316- 80350

Velocidade

A velocidade constante máxima é 25 m/min. São possíveis breves picos de velocidade, de até 60 m/min, mas com reservas. As correias eyelink com correntes limitam a velocidade máxima para 25 m/min.

Carga

Devido aos diversos fatores variáveis das correias eyelink, a carga permitida será determinada por solicitação.

Curva negativa

No caso de curvas negativas de correias tipo DL, pode ocorrer um ponto de carga concentrada na zona do arame de localização. Como resultado das curvas mínimas repetidas, os elos podem quebrar. O uso de faixas-guia especiais com um amplo raio representa uma solução para este problema.

eyelinkbelts-negativebend

Limpeza

Os materiais que usamos na produção de nossas correias são adequados para contato com alimentos.

  • As correias eyelink da Twentebelt, em princípio, são providenciadas sem nenhum tratamento ou limpeza anterior. Durante o processo de produção do arame e da correia somente se usam óleos vegetais. Posteriormente, as cabeças de soldadura são escovadas. Se desejar, sua correia eyelink da Twentebelt pode ser limpa antes da entrega. Os métodos de limpeza mais apropriados são a limpeza a vapor de alta pressão ou a decapagem ou a passivação.

Devido ao risco de sujidade durante a montagem, a correia deveria ser limpa, preferivelmente, antes de sua instalação!

  • Se pode usar soda cáustica e ácido cítrico em materiais de aço inoxidável, bem como outros produtos de limpeza adequados. Consulte seu provedor.
  • As combinações de correia de aço inoxidável e corrente de aço-carbono devem ser limpas somente com vapor ou água quente e com produtos de limpeza adequados. Consulte seu provedor de produtos de limpeza. O ácido cítrico corrói o aço-carbono.
  • As correias de aço-carbono devem ser limpas com vapor ou água quente e produtos de limpeza adequados. Consulte seu provedor.

Observação:

A transmissão e as rodas de retorno são frequentemente produzidas em versões de plástico. Nesse caso, não são resistentes a determinados produtos de limpeza. Pedimos encarecidamente que respeite os procedimentos de limpeza adequados durante a instalação da máquina e, se necessário, que ajuste a seleção de materiais.

 

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